5,0 ★★★★★
Avaliações reais no Google
CRP/SP registrado
Equipe com registro no Conselho
Primeira conversa sem compromisso
Você tira dúvidas antes de agendar
Presencial e online
Ipiranga · SP · Brasil todo
Voltar ao blog
Mãe solteira, divorciada ou viúva, procura.
Pais e Filhos

Mãe solteira, divorciada ou viúva, procura.

Equipe Equilybra Psicologia04/05/2019 3 min de leitura

A sociedade ainda de grande maioria machista tem um modelo de “mãe”, que perpetua até os dias atuais. E quando uma mãe solteira, divorciada ou viúvadecide virar a página e seguir c

A sociedade ainda de grande maioria machista tem um modelo de “mãe”, que perpetua até os dias atuais. E quando uma mãe solteira, divorciada ou viúvadecide virar a página e seguir com sua vida amorosa, é altamente criticada. Algo que raramente ocorre com os pais na mesma situação. Para o homem a sociedade acredita que é até mesmo“charmoso” um pai dedicado ir em busca de um novo relacionamento, contudo para a mulher a recíproca não é verdadeira.

Para Juliana B, 34 anos, divorciada há pouco mais de 2 anos e mãe de um filho de 5 anos. A experiência não tem sido fácil. As críticas vêmde todos os lados; da família, de homens e acreditem de outras mulheres na mesma situação.

Juliana relata que no seu perfil em um famoso aplicativo de paquera colocou que tinha um filho de 5 anos e deparou-se com comentários tipo: “Coitado do seu filho que temuma mãe puta, que fica procurando macho em app”. Diversas falas pejorativas estiveram presentes nos comentários que Juliana relatou.

No século 21 mesmo com toda evolução tecnológica, a capacidade da psique humana em ser empática, ou seja, se colocar no lugar do outro, ser um poucomenos egoísta e não fazer pré-julgamentos. Continua totalmente retrógada. E a sociedade continua julgando e proferindo sentenças para tais mães.

As mães solteiras, divorciadas e até mesmo viúvas, que tiveram que enfrentar um processo de recuperar a sua autoestima após passarem pelo luto da perda deum relacionamento, seja por separação, escolha própria ou por morte de um parceiro ou parceira. Acabam por enfrentar situações preconceituosas quando resolvem seguir com suas vidas. Primeiramenteo reforço do Amor Próprio é a ferramenta principal para enfrentar esta nova fase da vida. Ame-se acima de qualquer pessoa ou situação. Você é especial!

Uma preocupação constante de mães é o momento certo para apresentar o novo relacionamento para os filhos. Deixe este momento para quando estiver um poucomais de certeza desta relação. Não é muito bom para crianças ou adolescentes se apegarem a uma pessoa e esta acabar sendo passageira na vida delas.

Outra situação bastante frequente quando a mãe começa a namorar é a insegurança por parte dos filhos, ora manifestada em ocorrênciasde ciúmes. Por conta de tal situação, uma conversa franca e clara a respeito do que está acontecendo, pode ser bastante providencial. Por isso a importância do amor próprio. A mulherter clara para si, que antes de ser mãe, ela é mulher e que a maternidade, não é motivo para não seguir em frente em um novo relacionamento. A melhora do amor próprio é um trabalhode dedicação constante e com a ajuda de um profissional de psicologia essa conquista pode ser alcançada com maior facilidade, este processo não precisa ser feito de forma solitária.

Costumamos dizer na psicologia, que quando nasce uma mãe, nasce a culpa. Não vou entrar no mérito abrangente desta afirmação. Vou analisar somentepor um prisma; o do amor. Devemos lembrar que mães felizes, realizadas e que desenvolveram a capacidade de se amar, transmitem aos seus filhos segurança necessária para os mesmos também desenvolveremsua autoestima. Então nada de culpa! Virem a página mães! Amem e se deixem amar!

  ROSANGELA M. CORRÊA – CRP 06/45870

 Psicóloga Clínica Junguiana e Terapeuta Sexual

*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo

Precisa conversar com um psicólogo?

Atendimento presencial no Ipiranga (São Paulo) e online por videochamada para todo o Brasil. Equipe registrada no CRP/SP.

Continue lendo sobre Pais e Filhos

Publicado originalmente em blogspot da Equilybra .

Próximo passo

O que acontece quando você entra em contato

Nenhuma cobrança para tirar dúvidas. Você conversa com a gente antes de decidir qualquer coisa.

1. Você manda um oi

Pelo WhatsApp, telefone ou formulário. Conte em uma frase o que está acontecendo — sem formalidade.

2. Conversamos sem compromisso

Respondemos em horário comercial explicando como funciona, valores, formatos (online ou presencial) e tiramos suas dúvidas.

3. Você decide se quer marcar

Se fizer sentido pra você, agendamos a primeira sessão no horário que couber na sua rotina. Sem pressão.

Mandar um oi pelo WhatsApp

Resposta em horário comercial (Seg–Sex 8h–21h, Sáb 8h–16h). Sem compromisso, sem cobrança pela conversa inicial.