CAIXINHA DE SURPRESAS: NEM MENINO, NEM MENINA !

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Quando nascemos já somos identificados através dos nossos gêneros, os pais idealizam essa criança, fazem enxoval, compram roupas e decoram o quarto de acordo com o sexo do filho e antes mesmo de nascer traçam suas próprias expectativas, fantasias e esperanças: a responsabilidade de criar, educar um filho como um fruto perfeito amparando e protegendo. Mas e, quando seu filho não se enxerga menino e quer ser menina ou vice versa, quando o menino começa se deslumbrar com os sapatos altos e os vestidos da mãe e a menina com comportamentos masculinos? Onde os jogos e brinquedos se invertem, por exemplo, as meninas com os carrinhos e os meninos com as bonecas? O idealismo começa a ser desfeito. As vezes é uma fase de curiosidade, experimentação…e passa….mas as vezes não….então começa o desconforto com a própria identidade sexual. O termo utilizado é transgênero, fenômeno onde a expressão do gênero ou sua identidade é oposta ao sexo do nascimento. Especialistas acreditam em causas genéticas e/ou hormonais durante a gestação. Mas são apenas hipóteses. Um tema muito atual e explorado pela mídia, até o Fantástico no domingo dia 20/09/2015, o assunto era o dilema de pais e mães com filhos transgêneros,  relatando casos de transgêneros em crianças e adolescentes. Primeiramente faz-se necessário um diagnóstico para averiguar se é apenas uma fase de experimentar na criança/adolescente ou se realmente estamos diante de um ser humano que não consegue aceitar sua condição sexual biológica. Para esse diagnóstico o psicólogo pode ajudar juntamente com a avaliação clínica de outras especialidades médicas como endócrinos,psiquiatras,ginecologistas,etc. Em caso do diagnóstico ser positivo, nos deparamos com a insatisfação e o sofrimento, ocasionado pela discriminação e preconceito devido à falta de aceitação que engloba diversos fatores a começar pela família, a utilização de banheiro, o processo escolar, a troca de nome… Neste momento a psicoterapia é de extrema importância, ajudando no processo de autoaceitação, de suas vontades e desejos reprimidos, amenizando o sofrimento, buscando formas de adaptação a essa condição, fortalecendo a autoestima para enfrentar as dificuldades que a vida e a sociedade irão lhe apresentar. E essa jornada terapêutica se inicia em um trabalho conjunto com os pais que são peças fundamentais para o desenvolvimento de seus filhos, resgatando esse vínculo entre pais e filhos. Nossa sexualidade permeia todos os âmbitos de nossas vidas como família, escola, amigos, trabalho, relações afetivas. Portanto, esse universo apresenta inúmeros aspectos, que devem ser analisados com profundidade, para que a descoberta da identidade sexual de cada um seja uma passagem a mais tranquila possível. E assim aprende-se a amar a essência do ser. Psicóloga Isis Alessandra Ciasca CRP:06/119621 Terapeuta Cognitiva Comportamental *O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.

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