SÍNDROME DE BURNOUT

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Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida. (Confúcio)

P – A Síndrome de Burnout é uma doença psicológica ligada diretamente ao trabalho?
R – Sim está ligada diretamente ao trabalho, mas em alguns casos também pode estar relacionada aos estudos, pessoas que estão se preparando para prestar vestibular, alunos de mestrado ou doutorado também podem estar suscetíveis a sofrer com a síndrome.

P – Quais os sinais que o indivíduo dá quando começa a sofrer com a Síndrome de Burnout?
R –
Começa aos poucos com uma dedicação intensificada pelo trabalho ou estudo, passa para um descaso com as necessidades básicas, tais como comer ou dormir. Agrava-se com os sintomas físicos: dor de cabeça, tontura, falta de ar, tremores, distúrbio do sono, problemas digestivos, juntamente com os sintomas psicológicos como a sensação de um vazio interior, depressão e a negação dos problemas. Explodindo em um colapso físico e mental.

P- Quais os principais motivos que levam uma pessoa a desenvolver a síndrome?
R – A pessoa com Síndrome de Burnout busca o alto grau de desempenho. E a obstinação vira uma compulsão. Pessoas muito competitivas, pessoas que se cobram demasiadamente e acreditam que sua carreira profissional é o mais importante. Pessoas que não aprenderam a equilibrar a vida entre: o profissional, social e pessoal. Estão propensas a terem a síndrome.

P – Quais pessoas estão mais propensas a serem afetadas?
R – Profissionais da saúde, segurança, bancários, profissionais da educação, jornalistas, advogados, pilotos. Qualquer trabalho com alto índice de stress.

P – Como é feito o diagnóstico?
R –
O diagnóstico é feito através de anamnese, com perguntas relacionadas em como se sente e como lida com as questões do trabalho.

P – E o tratamento como é realizado?
R –
O paciente deve ser retirado da situação de stress, afastado do trabalho, geralmente os sintomas desaparecem. Uma licença no trabalho ou umas férias é o inicio da melhora.
O acompanhamento com o psicólogo é necessário para o paciente entender suas causas pessoais para ter chegado a este ponto. O que precisa ser resolvido internamente para que esta situação não se repita. Para aprender a lidar com o stress inerente algumas profissões e equilibrar a própria vida. Dependendo do nível de esgotamento é necessário também um acompanhamento com o psiquiatra e até mesmo a introdução de remédios no tratamento.

P – É possível evitar a Síndrome?
R –
Sim é. Primeiro a pessoa deve realizar alguns questionamentos: Gosto do que estou fazendo? Sinto que é bom o que estou fazendo? O que faço me alegra? Mediante as respostas é possível refletir sobre a vida. O segredo da felicidade é a homeostase, ou seja, o equilíbrio entre a vida pessoal, profissional, familiar, social, o bem estar físico, o lazer e a espiritualidade. Nada que é feito exageradamente é bom, nem beber água em demasia é bom.

  

*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo

Rosângela Corrêa CRP: 06/45870
Psicóloga Clínica e Educadora Sexual


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CRP/PJ: 4997-J

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